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Maconha:legalizar ou combater?

Tem sido muito noticiado nos jornais nesses dias a notícia sobre a legalização da maconha no Uruguai. O projeto que legaliza a comercialização da droga no país foi aprovado no sendo no fim do ano passado, sob forte reprovação popular.
No projeto Uruguaio, serão licenciadas seis empresas para a plantação e comercialização da planta, que terá uma série de cuidados: será vendida somente a usuários cadastrados, a plantação será vigiada pelo exército, etc. Na América Latina, o Uruguai é o pioneiro. Não há muito, os EUA já haviam legalizado o comércio, em alguns Estados. Lá, parte da renda da droga é destinada a construção de escolas.
dw

No Brasil

No Brasil, 1,5 milhão de pessoas fumam maconha diariamente aqui no nosso país. A proporção aumenta nas grandes cidades, onde há um número muito grande de pessoas, principalmente no Rio e em São Paulo.
A droga que é vendida aqui vem, principalmente, da Bolívia.
A legalização aqui no Brasil resolveria o problema, ou ao menos, em parte?
Essa é a pergunta que muitos se fazem, e é um pouco complicada de ser respondida, mas como no Uruguai, poderia ser testada aqui também. 
Muitos não simpatizantes deste pensamento alegam que a sociedade irá perder, pois irá ser generalizado o uso, por conseguinte, os casos de violência ao qual a droga hoje é associada. Mas alguns dados de outras drogas lícitas hoje, como por exemplo, o cigarro, apontam uma curva de crescimento no início da generalização do uso, o que é comum, mas aos poucos, vai caindo. 
Hoje no Brasil gasta-se muito dinheiro combatendo o tráfico de drogas. No Rio de Janeiro por exemplo , onde há verdeiros exércitos do tráfico, manter um aparato militar tão grande não é barato. E sai do nosso bolso. Creio eu que ao invés de usar-se tantos homens para combater a venda maconha, deveria ser usado para combater drogas muito mais potentes, como a cocaína, o crack, êxtase.

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