Pular para o conteúdo principal

A segurança no Brasil é ...

Segundo os jornalistas, nunca foi tão difícil seguir a carreira aqui no Brasil, não pelo fato da concorrência, mas pelo fato de estar muito perigoso praticar a profissão aqui no país. 
E está mesmo! Os números comprovam: em 2013, cinco profissionais da imprensa morreram por motivos ligados ao trabalho. E somente nestas duas semanas ocorreram 3 mortes: a do cinegrafista da Band, Santiago Andrade. A do radialista Edy Wilson da Silva e por último, Pedro Palma, que foi assassinado a tiros em frente a sua residência. Toda essa violência nos leva a fazer, no mínimo, uma breve análise da situação na qual nós nos encontramos, de uma forma geral. Os jornalista estão sendo vítimas, e isso é mostrado a todo instante desde a quina-feira da semana passada. E a população em geral também. A violência está crescendo em todos os sentidos e está afetando todas as classes sociais.
Para termos uma ideia, mesmo que superficial de quão grande é o problema da segurança no nosso país, basta abrir um jornal e ver a quantidade de mortos. Sem falar ainda no que noticia os programas de fim de tarde, que infelizmente, são só rios de sangue. É uma triste realidade. 

Homens do crime organizados mortos por facção rival no Rio

O crime está aí!

O caos na nossa segurança não repercute somente em nosso país. O caso do cinegrafista morto correu o mundo, e pôs em cheque a nossa política de segurança pública, que não ressocializa o infrator penal. Recentemente, em uma edição da revista de esportes France Football, li o artigo que gerou polêmica por falar da realidade brasileira. Em um trecho do texto, o autor cita que no Brasil, a maioria das pessoas conhecia alguém que foi assassinado. Quando li esse trecho, cai na realidade e vi que o problema que a gente enfrenta é muito mais grave do imaginado pelas pessoas em geral. Segundo o artigo, no Brasil, morrem mais pessoas do que na Síria, que está em guerra, ou se preferir, as mortes somadas pela América Central, EUA e Europa ainda não conseguem superar o Brasil. Que também tem o trânsito mais mortal do mundo. 
E esse problema todo afeta a todos. Hoje nas cidades grandes e também nas pequenas, há assaltos de todo tipo de jeito, que inclusive já foram até classificados por aqui, e os mais populares são a saidinha bancária, o sequestro relâmpago (esse é uma exclusividade nossa). Ainda podemos ser assaltados por bandidos com fuzis.
Já que falei tanto no problema, há de se tentar ao menos uma solução para o mesmo. No Brasil, a PM é responsável pela patrulha e prevenção, enquanto que a polícia civil fica encarregada pela inteligência. E a imagem dos PM's aqui no Brasil, e principalmente no Rio de Janeiro não é das melhores: muitos são acusados de corrupção, brutalidade e etc. Nos morros cariocas, segundo relato dos moradores, os policiais já chegam atirando e matando. Essa é a realidade.
Talvez essa não seja a sua realidade, mas na maioria das grandes cidades é desse jeito. O crime também tem aumentado consideravelmente nas cidades pequenas. 
E agora, o que vamos fazer para mudar toda esse sistema?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A influência da mídia nos dias atuais

Tanto fiel é sua mídia quanto fiel é o seu povo! As emissoras de TV, rádio e principalmente a internet, principal meio de comunicação utilizado por nossa geração influencia mais do que imaginamos. Textos com manipulação, com sentido controverso ou ''puxando sardinha'' para X ou Y são frequentes. Diante disso temos que estar bem atentos ao que lemos, ouvimos e vemos na internet: podemos criar dogmas fictícios, errôneos por influência da mídia. Hoje em dia, na era da informação rápida, conexão super-rápidas somos bombardeados por informações de todos os lados. Estamos no período da humanidade que mais se produz informação: nos jornais, revistas, tv's, blog, etc. São diversos os meios que a evolução nos proporcionou, e temos que aproveitá-las por demais, pois nunca foi tão fácil saber das notícias, da história, de vários assuntos de nosso interesse. Nos mais variados sites da internet, temos conteúdos voltados à educação, saúde, lazer: nunca foi tão fácil aprender e ens…

Resenha do livro 1808, de Laurentino Gomes

1808, de Laurentino Gomes
Título : 1808
Autor : Laurentino Gomes
Ano: 2008
Onde Comprar: AmericanasSubmarinoLivraria Cultura Saraiva Este é o primeiro livro do autor paranaense Laurentino Gomes. O autor, que não é um historiador de formação, mostra seu talento na narrativa do seu livro-reportagem com observações bastante cabíveis sobre D. João VI e das peculiaridades da corte que veio fugida para o Brasil.
D. João
O livro tem como seu principal personagem D. João VI, príncipe regente que viria a ser rei de Portugal com a morte de sua mãe, D. Maria I. Laurentino descreve o rei como sendo um sujeito tomado pelo medo de tomar decisões, deixando-as sempre para a última hora. Sempre que podia adiava decisões importantes, adiava, e quando as tomava, tinha sempre por trás a palavra de seus conselheiros, em especial D. Rodrigo de Sousa Coutinho ou o Conde de Linhares.
Fugidos
 A vinda da família real ao Brasil não aconteceu dos mais belos modos e nem por vontade deles. Àquele tempo, Napoleão Bonaparte…

Resenha do livro As religiões que o mundo esqueceu

Uma obra que merece ser lida por todos para que possamos compreender o que somos hoje, mesmo que professemos religiões diversas. O livro é uma base para a compreensão histórica e social das transformações, agregações, mortes e agregações que todas as religiões que existiram e que ainda existem sofreram.
O livro é organizado por Pedro Paulo Funari, pesquisar brasileiro dedicado principalmente a arqueologia. O livro é composto por textos do próprio Paulo Funari, Alexandre Navarro, Ana Donnard, Betty Mindlin, Flávia Galli Tatsch, Johnni Langer, Júlio Cesar Magalhães, Júlio Gralha, Leandro Karnal, Luiz Alexandre Rossi, Paulo Nogueira, Renata Senna Garraffoni e Sérgio Alberto Feldman, todos autores com enorme conhecimento em diversas áreas históricas.
Como o próprio título sugere, o livro trata das religiões antigas que o mundo esqueceu, morreram, não existem mais. O livro divide-se em capítulos dedicados a cada religião, como a dos egípcios, gregos, celtas, vikings, coptas, albigenses, c…