Pular para o conteúdo principal

Vasco e Atlético-PR jogam a culpa um no outro, e no final...

É inadmissível  a posição tomada pelos dirigentes dos clubes, ao se pronunciarem frente ao ocorrido no jogo de ontem entre Vasco e Atlético-PR.  O Vasco entrou com uma ação no STJD pedindo os pontos do jogo, alegando que o juiz foi pressionado a recomeçar a partida.
Segundo o Vasco, divulgou em seu site apenas os fatos do jogo, não emitindo qualquer declaração à cerca do jogo. Apenas ressaltando a falta de policiamento na partida.


O Atlético-PR disse que a culpa pela briga ocorrida era culpa dos torcedores do Vasco, e que os mesmo só vieram com um único propósito: tumultuar a partida e tentar ganhar o jogo no tapetão. Em nota oficial, o clube lamenta o ocorrido e diz que vai ajudar para tentar identificar os envolvidos.
A conduta tomada pelos dirigentes dos clubes é, no mínimo, egoísta. Cada um está tentando tirar o eu da reta. O Vasco põe a culpa da confusão na falta de policiamento na partida, o Atlético-PR, que era o mandante do jogo, e segundo o site G1, o Atlético-PR não quis aumentar o número de seguranças no estádio. Segundo também a empresa que fez a segurança, o número de homens deslocados ao jogo foi de setenta (70), que é um número muito baixo, visto ao número de torcedores presentes. A empresa afirma que argumentou ser necessário um contingente maior de homens, proposta essa não aceita pelo atlético-pr.
Os clubes também reclamaram da falta de policiamento no jogo, que é um evento privado, por tanto, não cabe a polícia militar, em seu dever constitucional, estar fazendo a segurança dentro do estádio. Haviam policiais fora do estádio.
Mas, visto o que aconteceu ontem, qual a solução? A copa do mundo já bate a porta e ainda não estamos tão preparados. A imagem turística do Brasil, economicamente falando, é muito importante para o nosso país, que recentemente, chegou aos 6 milhões de turistas.
Será que temos que ter um bom exemplo negativo para que alguém tome partido e faça alguma coisa? Ou será quando morrer alguém? Fica a dúvida!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A influência da mídia nos dias atuais

Tanto fiel é sua mídia quanto fiel é o seu povo! As emissoras de TV, rádio e principalmente a internet, principal meio de comunicação utilizado por nossa geração influencia mais do que imaginamos. Textos com manipulação, com sentido controverso ou ''puxando sardinha'' para X ou Y são frequentes. Diante disso temos que estar bem atentos ao que lemos, ouvimos e vemos na internet: podemos criar dogmas fictícios, errôneos por influência da mídia. Hoje em dia, na era da informação rápida, conexão super-rápidas somos bombardeados por informações de todos os lados. Estamos no período da humanidade que mais se produz informação: nos jornais, revistas, tv's, blog, etc. São diversos os meios que a evolução nos proporcionou, e temos que aproveitá-las por demais, pois nunca foi tão fácil saber das notícias, da história, de vários assuntos de nosso interesse. Nos mais variados sites da internet, temos conteúdos voltados à educação, saúde, lazer: nunca foi tão fácil aprender e ens…

Resenha do livro 1808, de Laurentino Gomes

1808, de Laurentino Gomes
Título : 1808
Autor : Laurentino Gomes
Ano: 2008
Onde Comprar: AmericanasSubmarinoLivraria Cultura Saraiva Este é o primeiro livro do autor paranaense Laurentino Gomes. O autor, que não é um historiador de formação, mostra seu talento na narrativa do seu livro-reportagem com observações bastante cabíveis sobre D. João VI e das peculiaridades da corte que veio fugida para o Brasil.
D. João
O livro tem como seu principal personagem D. João VI, príncipe regente que viria a ser rei de Portugal com a morte de sua mãe, D. Maria I. Laurentino descreve o rei como sendo um sujeito tomado pelo medo de tomar decisões, deixando-as sempre para a última hora. Sempre que podia adiava decisões importantes, adiava, e quando as tomava, tinha sempre por trás a palavra de seus conselheiros, em especial D. Rodrigo de Sousa Coutinho ou o Conde de Linhares.
Fugidos
 A vinda da família real ao Brasil não aconteceu dos mais belos modos e nem por vontade deles. Àquele tempo, Napoleão Bonaparte…

Resenha do livro As religiões que o mundo esqueceu

Uma obra que merece ser lida por todos para que possamos compreender o que somos hoje, mesmo que professemos religiões diversas. O livro é uma base para a compreensão histórica e social das transformações, agregações, mortes e agregações que todas as religiões que existiram e que ainda existem sofreram.
O livro é organizado por Pedro Paulo Funari, pesquisar brasileiro dedicado principalmente a arqueologia. O livro é composto por textos do próprio Paulo Funari, Alexandre Navarro, Ana Donnard, Betty Mindlin, Flávia Galli Tatsch, Johnni Langer, Júlio Cesar Magalhães, Júlio Gralha, Leandro Karnal, Luiz Alexandre Rossi, Paulo Nogueira, Renata Senna Garraffoni e Sérgio Alberto Feldman, todos autores com enorme conhecimento em diversas áreas históricas.
Como o próprio título sugere, o livro trata das religiões antigas que o mundo esqueceu, morreram, não existem mais. O livro divide-se em capítulos dedicados a cada religião, como a dos egípcios, gregos, celtas, vikings, coptas, albigenses, c…