Pular para o conteúdo principal

A influência da mídia nos dias atuais

Tanto fiel é sua mídia quanto fiel é o seu povo!
As emissoras de TV, rádio e principalmente a internet, principal meio de comunicação utilizado por nossa geração influencia mais do que imaginamos. Textos com manipulação, com sentido controverso ou ''puxando sardinha'' para X ou Y são frequentes. Diante disso temos que estar bem atentos ao que lemos, ouvimos e vemos na internet: podemos criar dogmas fictícios, errôneos por influência da mídia.
Hoje em dia, na era da informação rápida, conexão super-rápidas somos bombardeados por informações de todos os lados. Estamos no período da humanidade que mais se produz informação: nos jornais, revistas, tv's, blog, etc. São diversos os meios que a evolução nos proporcionou, e temos que aproveitá-las por demais, pois nunca foi tão fácil saber das notícias, da história, de vários assuntos de nosso interesse. Nos mais variados sites da internet, temos conteúdos voltados à educação, saúde, lazer: nunca foi tão fácil aprender e ensinar na internet.
Em sites de vídeos, como o you tube, há diversos canais e pessoas que produzem conteúdos, que vivem somente para a produção de conteúdo para a internet, como os vlogueiros, que aqui no Brasil, chegaram a ser taxado de os formadores de opinião. Essas pessoas mantém uma grande influência sobre o público: suas ideias, seus gostos, enfim, tudo o que essas pessoas falam e fazem, para muitas pessoas, são tidas como verdade absoluta e influenciam muito na opinião. A posição de telejornal, de um jornal impresso pode mudar, muitas vezes, o rumo de um crime, criar falsos boatos, falsos culpados.
Por trás de quem produz esses conteúdos, há pessoas interessadas no público que estão envolvidos, no público-alvo: essas pessoa que ouvem, leem ou veem o conteúdo estão, de certa forma, submetidos a influência ideológica. Podemos citar como exemplo, um fato muito recente, que foram as manifestações ocorridas em meados de junho, durante a copa das confederações, onde o povo brasileiro saiu às ruas para protestar com gatos excessivos com a copa do mundo. Os telejornais e a internet, no geral, mantiveram uma posição ao fato: eram pró-manifestações ou contra. A postura de muitos jornais, vista de forma crítica pelo povo, no furor das manifestações, estavam mais que atentos à tudo o que os jornais noticiavam. Muitos inclusive, mudaram drasticamente de opinião: chamando os manifestantes de vândalos, depois mudando de opinião, classificando-os como revolucionários, comparando até com o movimento dos caras pintadas. A partir disso dá para se ter uma ideia, de que nossa mídia é extremamente manipuladora.
Essas formas de manipulação estão ligadas diretamente, na maioria das vezes, aos interesses de grande empresários ou por interesse político. Principalmente quando se está próximo ao período eleitoral. Vemos a influência midiática também na maior paixão nacional, o futebol. Em entrevista recente, Alex, jogador do Curitiba (PR) falou coisas que simplesmente caem como uma luva, e desmascara a manipulação e também a coligação de entidades governamentais com grandes grupos de mídia, que aliás, aqui no Brasil, fazem a festa, sendo o 2º maior grupo do planeta.

Dessa forma, cabe somente a nós filtrar as informação que recebemos e formar nossa própria opinião. Um receptor é, de certa forma, um construtor de informação: nas conversas, a notícia se espalham e toma proporções gigantescas. Não queremos ser enganados por uma pessoa enganada. Ter censo crítica é, antes de mais nada, ser uma pessoa mais correta.

Comentários

  1. Infelizmente nos últimos tempos houve uma diminuição de jornalistas sérios que transmitiam a informação de maneira verídica e atualmente temos um crescimento de jornalistas que estão neste cargo visando apenas fazer parte do poder, custe o que custar.
    Boa semana!!

    ResponderExcluir
  2. Hoje em dia é preciso, cada vez mais filtrar as informações que lemos em jornais ou vemos na TV. Quem tem um olhar mais crítico, observa como os meios de comunicação atuais manipulam de forma tosca o público, divulgando notícias. Eu tenho o professor que costuma dizer que a globo é quase dona do Brasil: manda na política, futebol e religião.

    ResponderExcluir
  3. a midia de hoje nos rotulam de uma maneira muito forte...parece em algumas vezes(quase toda hora) que somos manipulados por certas pessoas ocultas,e importante sim termos opinioes fortes e concretas para poder sobreviver no mundo de hoje,ocupado pela forte influencia da midia!!!! :-b

    ResponderExcluir
  4. Com certeza. Mas infelizmente, no nosso país são poucas as pessoas que tem opinião própria.

    ResponderExcluir
  5. Essa mídia tem que tomar vergonha na cara, por que o povo brasileiro, embora pareça, não é mais tão burro e está cada vez mais de olho. Nós estamos de olho na mídia! É o nosso papel enquanto cidadãos.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha do livro 1808, de Laurentino Gomes

1808, de Laurentino Gomes
Título : 1808
Autor : Laurentino Gomes
Ano: 2008
Onde Comprar: AmericanasSubmarinoLivraria Cultura Saraiva Este é o primeiro livro do autor paranaense Laurentino Gomes. O autor, que não é um historiador de formação, mostra seu talento na narrativa do seu livro-reportagem com observações bastante cabíveis sobre D. João VI e das peculiaridades da corte que veio fugida para o Brasil.
D. João
O livro tem como seu principal personagem D. João VI, príncipe regente que viria a ser rei de Portugal com a morte de sua mãe, D. Maria I. Laurentino descreve o rei como sendo um sujeito tomado pelo medo de tomar decisões, deixando-as sempre para a última hora. Sempre que podia adiava decisões importantes, adiava, e quando as tomava, tinha sempre por trás a palavra de seus conselheiros, em especial D. Rodrigo de Sousa Coutinho ou o Conde de Linhares.
Fugidos
 A vinda da família real ao Brasil não aconteceu dos mais belos modos e nem por vontade deles. Àquele tempo, Napoleão Bonaparte…

Resenha do livro As religiões que o mundo esqueceu

Uma obra que merece ser lida por todos para que possamos compreender o que somos hoje, mesmo que professemos religiões diversas. O livro é uma base para a compreensão histórica e social das transformações, agregações, mortes e agregações que todas as religiões que existiram e que ainda existem sofreram.
O livro é organizado por Pedro Paulo Funari, pesquisar brasileiro dedicado principalmente a arqueologia. O livro é composto por textos do próprio Paulo Funari, Alexandre Navarro, Ana Donnard, Betty Mindlin, Flávia Galli Tatsch, Johnni Langer, Júlio Cesar Magalhães, Júlio Gralha, Leandro Karnal, Luiz Alexandre Rossi, Paulo Nogueira, Renata Senna Garraffoni e Sérgio Alberto Feldman, todos autores com enorme conhecimento em diversas áreas históricas.
Como o próprio título sugere, o livro trata das religiões antigas que o mundo esqueceu, morreram, não existem mais. O livro divide-se em capítulos dedicados a cada religião, como a dos egípcios, gregos, celtas, vikings, coptas, albigenses, c…