Análise

Fugindo um pouco do assunto do blog, que já não tem um assunto muito definido, vou tentar falar sobre a vida. Primeiro a consideração de que em mais de milhões de espermatozoides, apenas um conseguiu (ou dois) chegar ao seu objetivo. E que desde aquele espermatozoide, você se desenvolve, sendo um minúsculo feto na barriga da sua mãe. Depois, nasceu, e deu muito trabalho, bagunçou muito, foi uma criança.
E que depois foi a escola, entrou e saiu da infância, foi ou ainda é um adolescente, é ou ainda será um idoso.
A vida é uma sinuosa complementação que nós traçamos a cada dia, a cada segundo, fazendo escolhas que dirão como será nosso futuro, sendo pessoas de bem, de mal, boas e ruins.
Se observarmos bem, no mais profundo sentido da coisa, vemos o que somos: matéria! Mas o que nos move e que nós não vemos. O que está dentro de mim, o que me faz pensar, o que me faz ser o que eu sou?
Somos tão limitados ainda, que não conseguimos responder à tais questões ou se conseguiram, não é de interesse sabermos. 
Atualmente chegamos a um estágio de vida que as relações são infinitamente indispensáveis para nós. Somos pouco mais de 7 bilhões de indivíduos, nenhum igual ao outro geneticamente, nem na forma de pensar. Somos a máquina mais perfeita que existe!
Somos formados por uma união de células que ainda nenhum cientista explica por que somos desses jeito ou de onde viemos e, aonde eu queria chegar, para que viemos.
Sim, para que viemos ao mundo, para que nascemos? Qual o nosso propósito? 
É uma pergunta muito difícil de responder.

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