Pular para o conteúdo principal

As olimpíadas de Londres e o Rio 2016

Acabou-se as olimpíadas de Londres. O Brasil como sempre prometia mas não cumpriu o que se esperava. A frase é : em 2016 dá! O C.O.B promete planejamento...
As olimpiadas londrinas tiveram fim neste domingo, após duas semanas de disputas envolvendo países ddos cincos continente. Verdadeiramente foi um sucesso, um show de organização e planejamento feito com antecedência.
O Brasill nas olimpíadas foi um fracasso : éramos favoritos no futebol, no vôlei, um dos favoritos na natação e o que nos vangloriou com medalhas foram esportes que não tinhamos muita tradição como no ouro conquistado nas argolas, a prata no boxe e o bronze no pentatlo moderno. Jogaram muita fé nos meninos do futebol e os ''anônimos'' que levaram o Brasil a um lugar melhor na classificação.Não somos o país de apenas alguns esportes.
Com o resultado escancarado para o povo ver o C..O.B promete mais planejamento para 2016 e mais incentivo aos esportes menos populares. Citou ainda o número de jovens e o tamanho do nosso país.
O povo levou muita fé no Neymar &Cia. mas que nos honrou foram os desconhecidos atletas de modalidaes também desconhecidas. O Brasil não é só o país do futebol, nosso povo não sabe apenas jogar futebol, o que falta realmente é estrutura para a prática de outros esportes. Como não há estrutura, não tem como praticar esportes que necessitam de estrutura em locais que mal existem. Antes de pensar em revelar atletas é preciso que se faça uma estrutura digna de se progredir.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A influência da mídia nos dias atuais

Tanto fiel é sua mídia quanto fiel é o seu povo! As emissoras de TV, rádio e principalmente a internet, principal meio de comunicação utilizado por nossa geração influencia mais do que imaginamos. Textos com manipulação, com sentido controverso ou ''puxando sardinha'' para X ou Y são frequentes. Diante disso temos que estar bem atentos ao que lemos, ouvimos e vemos na internet: podemos criar dogmas fictícios, errôneos por influência da mídia. Hoje em dia, na era da informação rápida, conexão super-rápidas somos bombardeados por informações de todos os lados. Estamos no período da humanidade que mais se produz informação: nos jornais, revistas, tv's, blog, etc. São diversos os meios que a evolução nos proporcionou, e temos que aproveitá-las por demais, pois nunca foi tão fácil saber das notícias, da história, de vários assuntos de nosso interesse. Nos mais variados sites da internet, temos conteúdos voltados à educação, saúde, lazer: nunca foi tão fácil aprender e ens…

Resenha do livro 1808, de Laurentino Gomes

1808, de Laurentino Gomes
Título : 1808
Autor : Laurentino Gomes
Ano: 2008
Onde Comprar: AmericanasSubmarinoLivraria Cultura Saraiva Este é o primeiro livro do autor paranaense Laurentino Gomes. O autor, que não é um historiador de formação, mostra seu talento na narrativa do seu livro-reportagem com observações bastante cabíveis sobre D. João VI e das peculiaridades da corte que veio fugida para o Brasil.
D. João
O livro tem como seu principal personagem D. João VI, príncipe regente que viria a ser rei de Portugal com a morte de sua mãe, D. Maria I. Laurentino descreve o rei como sendo um sujeito tomado pelo medo de tomar decisões, deixando-as sempre para a última hora. Sempre que podia adiava decisões importantes, adiava, e quando as tomava, tinha sempre por trás a palavra de seus conselheiros, em especial D. Rodrigo de Sousa Coutinho ou o Conde de Linhares.
Fugidos
 A vinda da família real ao Brasil não aconteceu dos mais belos modos e nem por vontade deles. Àquele tempo, Napoleão Bonaparte…

Resenha do livro As religiões que o mundo esqueceu

Uma obra que merece ser lida por todos para que possamos compreender o que somos hoje, mesmo que professemos religiões diversas. O livro é uma base para a compreensão histórica e social das transformações, agregações, mortes e agregações que todas as religiões que existiram e que ainda existem sofreram.
O livro é organizado por Pedro Paulo Funari, pesquisar brasileiro dedicado principalmente a arqueologia. O livro é composto por textos do próprio Paulo Funari, Alexandre Navarro, Ana Donnard, Betty Mindlin, Flávia Galli Tatsch, Johnni Langer, Júlio Cesar Magalhães, Júlio Gralha, Leandro Karnal, Luiz Alexandre Rossi, Paulo Nogueira, Renata Senna Garraffoni e Sérgio Alberto Feldman, todos autores com enorme conhecimento em diversas áreas históricas.
Como o próprio título sugere, o livro trata das religiões antigas que o mundo esqueceu, morreram, não existem mais. O livro divide-se em capítulos dedicados a cada religião, como a dos egípcios, gregos, celtas, vikings, coptas, albigenses, c…