Pular para o conteúdo principal

O anel dos nibelungos



Nestas férias, sem fazer nada ''andei'' lendo alguns livros para espairecer a cabeça.
Fiquei muito interessado pelo título do livro, dizendo ser o inspirador do senhor dos anéis.
Começa a história com a descoberta do segredo das ninfas pelo anão Alberich. Em suas espionagens às ninfas do rio Reno, o anão descobre segredos valiosíssimos: para forjar o anel do poder com o ouro do reno é preciso renunciar ao amor. Sabendo  disso, Alberich rouba o ouro do reno e forjar então o Anel dos nibelungos: o anel que tem o poder de deixar as pessoas que o possuem com ganância enorme.
Alberich de posse do anel vira rei de seu povo, escravizando à todos para dar-lhe todo o ouro da terra dos anões.
Enquanto isso, nos salões reais e divinos do reino de Wotan , o mais poderoso dos deuses, Fafner e Fasolt, os gigantes que haviam construído o grande palácio de Vahalha estavam a cobrar seu trabalho ou então levariam a deusa da juventude, ao menos que lhe dessem ouro equivalente ao valor da mulher. Wotam, sabendo do valioso anel que o anão Alberich tem em mãos, decide roubá-lo. O roubo feito, é tomado o anel das mãos do anão e todo o seu ouro. Wotam dá em troca do seu palácio o ouro roubado do anão e o anel amaldiçoado. Os dois gigantes, Fafner e Fasolt (irmãos) travam uma luta pela posse do anel, acabando com a morte de Fasolt, assassinado por Fafner, que de posse do anel e do Elmo de tarn , transforma-se em um dragão para proteger todo o seu tesouro. Surge então a figura de Siegfried, o neto de Wotam, que detem um poder imenso sobre si: o de não sentir medo. Siegfried, neto de Wotam, será o encarregado de salvar uma valquíria amaldioçoada pelo seu própriopai, Wotam.
Siegfried cresce forte como nenhum outro guerreiro. Refaz Notung, a espada sagrada forjada por Wotam para derrotar o dragão Fafner, que detém o anel. Derrota o dragão e cumpre sua profecia, a de libertar Brunhilde, a valquíria amaldiçoada. Sobe a montanha protegida pelo fogo de Loki e resgata Brunhilde, que será sua esposa.
Após uma noite, Siegfried sai pelo mundo afora em busca de descobrí-lo e descobi-lo.
Chega a parte do Rio Reno...leia o livro e saiba o final. Haaahhahha.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A influência da mídia nos dias atuais

Tanto fiel é sua mídia quanto fiel é o seu povo! As emissoras de TV, rádio e principalmente a internet, principal meio de comunicação utilizado por nossa geração influencia mais do que imaginamos. Textos com manipulação, com sentido controverso ou ''puxando sardinha'' para X ou Y são frequentes. Diante disso temos que estar bem atentos ao que lemos, ouvimos e vemos na internet: podemos criar dogmas fictícios, errôneos por influência da mídia. Hoje em dia, na era da informação rápida, conexão super-rápidas somos bombardeados por informações de todos os lados. Estamos no período da humanidade que mais se produz informação: nos jornais, revistas, tv's, blog, etc. São diversos os meios que a evolução nos proporcionou, e temos que aproveitá-las por demais, pois nunca foi tão fácil saber das notícias, da história, de vários assuntos de nosso interesse. Nos mais variados sites da internet, temos conteúdos voltados à educação, saúde, lazer: nunca foi tão fácil aprender e ens…

Resenha do livro 1808, de Laurentino Gomes

1808, de Laurentino Gomes
Título : 1808
Autor : Laurentino Gomes
Ano: 2008
Onde Comprar: AmericanasSubmarinoLivraria Cultura Saraiva Este é o primeiro livro do autor paranaense Laurentino Gomes. O autor, que não é um historiador de formação, mostra seu talento na narrativa do seu livro-reportagem com observações bastante cabíveis sobre D. João VI e das peculiaridades da corte que veio fugida para o Brasil.
D. João
O livro tem como seu principal personagem D. João VI, príncipe regente que viria a ser rei de Portugal com a morte de sua mãe, D. Maria I. Laurentino descreve o rei como sendo um sujeito tomado pelo medo de tomar decisões, deixando-as sempre para a última hora. Sempre que podia adiava decisões importantes, adiava, e quando as tomava, tinha sempre por trás a palavra de seus conselheiros, em especial D. Rodrigo de Sousa Coutinho ou o Conde de Linhares.
Fugidos
 A vinda da família real ao Brasil não aconteceu dos mais belos modos e nem por vontade deles. Àquele tempo, Napoleão Bonaparte…

Resenha do livro As religiões que o mundo esqueceu

Uma obra que merece ser lida por todos para que possamos compreender o que somos hoje, mesmo que professemos religiões diversas. O livro é uma base para a compreensão histórica e social das transformações, agregações, mortes e agregações que todas as religiões que existiram e que ainda existem sofreram.
O livro é organizado por Pedro Paulo Funari, pesquisar brasileiro dedicado principalmente a arqueologia. O livro é composto por textos do próprio Paulo Funari, Alexandre Navarro, Ana Donnard, Betty Mindlin, Flávia Galli Tatsch, Johnni Langer, Júlio Cesar Magalhães, Júlio Gralha, Leandro Karnal, Luiz Alexandre Rossi, Paulo Nogueira, Renata Senna Garraffoni e Sérgio Alberto Feldman, todos autores com enorme conhecimento em diversas áreas históricas.
Como o próprio título sugere, o livro trata das religiões antigas que o mundo esqueceu, morreram, não existem mais. O livro divide-se em capítulos dedicados a cada religião, como a dos egípcios, gregos, celtas, vikings, coptas, albigenses, c…